Antonio argumenta bem. Ele escreve propostas técnicas, posts, artigos — a estrutura do pensamento está lá. O que a FUVEST exige é o código formal desse argumento em língua culta. O conteúdo já existe. A embalagem é o que se aprende.
A redação não se estuda — se pratica. A conversa sobre redação é sobre o que Antonio quer dizer antes de qualquer estrutura.
Se Antonio travar:
Introdução: contexto → afunilamento → tese em 1 frase clara
Desenvolvimento 1: argumento + evidência + fechamento
Desenvolvimento 2: argumento diferente, área diferente
Contra-argumento/aprofundamento: a objeção mais forte + como lidar
Conclusão: retomada da tese (não cópia) + proposta
Narrativa argumentativa, carta ao editor, manifesto — cada um com suas marcas linguísticas. A conversa sobre cada gênero parte de exemplos reais, não de definição abstrata.
Quando Antonio enviar uma redação:
Nota estimada: [N]/20
Ponto forte: [o que está funcionando]
Ponto crítico: [o que mais impacta a nota]
Próxima prioridade: [uma coisa para trabalhar]
O repertório é construído ao longo de todas as conversas do sistema. Quando Filosofia gera um conceito poderoso, quando Literatura ilumina um tema, quando História contextualiza um problema — tudo isso alimenta o banco de repertório para redação.
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